Os Dados Que Prediriam O Futuro Do Seu Relacionamento Já Existem. Ninguém Os Lê.
Por Momar Lissa Ndiaye ("MLN"), fundador e CEO, weyoga Inc.
Pergunte a qualquer pessoa em um relacionamento difícil se ela poderia ter previsto, um ano antes, mais ou menos onde as coisas iriam parar, e muitas dirão que sim — em retrospecto, os sinais estavam lá. Essa clareza retrospectiva não é apenas viés de retrospecto. É evidência de que os dados preditivos realmente existiam em tempo real. Eles simplesmente nunca foram reunidos em uma forma que alguém pudesse ler enquanto ainda importava.
A matéria-prima da previsão é comum: os pequenos afastamentos, as tentativas de reparo que funcionaram ou não, as condições específicas sob as quais a distância se abriu entre duas pessoas. Nada disso é escondido ou sutil isoladamente. O que falta não são os dados — é a agregação. Ninguém está compilando os pequenos momentos na tendência maior enquanto eles ainda estão acontecendo.
Isso é diferente de falta de autoconsciência sobre um momento isolado. Duas pessoas podem estar plenamente conscientes de cada instância individual e, ainda assim, não ter nenhuma visão de conjunto da tendência que essas instâncias formam juntas, porque formar essa visão de conjunto exige colocar muitos momentos em relação uns com os outros ao longo do tempo — uma tarefa para a qual a memória humana é notoriamente ruim.
O futuro de um relacionamento raramente é um mistério escondido em algum lugar inalcançável. É uma tendência construída a partir de dados que já existem, esperando que alguém finalmente os leia antes que o fim que eles preveem se torne a única história que resta contar.
Parte de The Recognition Layer →
Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é o fundador e CEO da weyoga Inc., uma empresa de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai