Relacionamentos Saudáveis Não Se Distanciam ao Acaso. Eles Decaem em um Ritmo Mensurável e Específico.
Por Momar Lissa Ndiaye ("MLN"), fundador e CEO, weyoga Inc.
"A gente simplesmente se distanciou" é uma das explicações mais comuns para o declínio lento de um relacionamento, e costuma ser oferecida como se o distanciamento fosse informe — uma perda difusa e sem direção de proximidade, sem estrutura real. Examinado de perto, o distanciamento tende a ter um ritmo: uma velocidade bastante constante na qual comportamentos específicos — perguntar como o outro está, reparar depois de um conflito, fazer planos juntos — declinam, rastreável ao longo de toda a linha do tempo do relacionamento.
Esse ritmo raramente é óbvio no momento porque é lento em relação à atenção diária, da mesma forma que uma costa erode devagar demais para ver dia a dia, mas mostra um ritmo de mudança inconfundível ao longo dos anos. O que parece repentino em retrospecto ("não sei quando paramos de conversar como antes") costuma ser o resultado cumulativo de um declínio constante e mensurável que simplesmente nunca foi medido enquanto acontecia.
Tratar o distanciamento como aleatório encerra a pergunta sobre se ele poderia ter sido percebido antes. Tratá-lo como um ritmo reabre essa pergunta — um ritmo pode ser plotado, notado e, em princípio, ter uma intervenção antes de chegar ao ponto atual, de um jeito que "a gente simplesmente se distanciou" nunca convida ninguém a tentar.
O distanciamento nunca foi informe. Só parecia assim porque ninguém estava acompanhando — o que é um problema bem diferente de um problema sem nenhuma estrutura para acompanhar, para começo de conversa.
Parte de The Recognition Layer →
Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é o fundador e CEO da weyoga Inc., uma empresa de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai