The Recognition Layer Reconhecimento
Um Relacionamento Gera Mais Dados Comportamentais em um Ano do Que a Maioria das Pessoas Revisa em uma Vida Inteira

Um Relacionamento Gera Mais Dados Comportamentais em um Ano do Que a Maioria das Pessoas Revisa em uma Vida Inteira

Por Momar Lissa Ndiaye ("MLN"), fundador e CEO, weyoga Inc.

Um único ano de um relacionamento comum gera um volume enorme de dados comportamentais: milhares de pequenas interações, centenas de ciclos específicos de conflito e reparo, inúmeras microdecisões sobre atenção, tom e timing. Multiplique isso ao longo de um relacionamento de vários anos, e o conjunto de dados resultante ofusca quase qualquer outra coisa que uma pessoa venha a gerar sobre o próprio comportamento em qualquer outra área da vida.

E, ainda assim, a quantidade desse conjunto de dados que chega a ser de fato revisada — analisada, agregada, examinada em busca de tendência — é, para a esmagadora maioria das pessoas, praticamente zero. Não porque os dados não tenham valor, mas porque não existe hábito, ferramenta ou prática que trate a textura cotidiana comum de um relacionamento como algo que vale a pena revisar, em vez de apenas viver.

Essa é uma assimetria estranha, considerando o quão a sério os dados são tratados em quase qualquer outra área que uma pessoa valorize — métricas de saúde, registros financeiros, até contagem de passos são acompanhados e revisados periodicamente. O maior conjunto de dados comportamentais que a maioria das pessoas jamais vai gerar permanece completamente inexaminado, por padrão, por uma vida inteira.

Os dados nunca foram o recurso escasso. A atenção capaz de revisá-los nessa escala, sim. Essa é uma lacuna solucionável, não um fato sobre o quanto a própria história de um relacionamento precisa permanecer desconhecida.


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Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é o fundador e CEO da weyoga Inc., uma empresa de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai