A Pegada Digital Da Pessoa Média É Enorme. Quase Nada Dela Está Organizado Em Torno De "O Que Eu Continuo Fazendo".
Entre mensagens, buscas, compras, histórico de localização e atividade em aplicativos, a pessoa média gera uma pegada digital enorme e em crescimento contínuo — possivelmente mais dados sobre seu próprio comportamento do que qualquer geração anterior já produziu sobre si mesma. Quase nada dessa pegada está organizado em torno da única pergunta que realmente seria útil: o que eu continuo fazendo.
A maior parte desses dados está organizada em torno de outras perguntas — o que eu comprei, aonde eu fui, o que eu busquei — cada uma respondível isoladamente, nenhuma costurada na forma recorrente que revelaria um padrão. A pegada é vasta e, para esse propósito específico, quase inteiramente desestruturada.
Isso não é um problema de escassez de dados; se algo, há mais matéria-prima do que uma única pessoa poderia revisar numa vida inteira. É um problema de organização — nada está fazendo o trabalho de pegar essa pegada e perguntar, através de tudo isso, o que continua acontecendo, o que é uma tarefa completamente diferente de armazenar ou até mesmo analisar individualmente cada peça dela.
A enorme pegada já contém a maior parte do que seria necessário para responder "o que eu continuo fazendo". O que falta não são mais dados. É um sistema construído especificamente para fazer essa pergunta aos dados que já existem.
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Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é fundador e CEO da weyoga Inc., sociedade de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai