Autoconsciência e Melhores Decisões Não Se Conectam Automaticamente. Ori É Construído para a Lacuna Entre Elas.
Existe uma suposição comum de que a autoconsciência leva mais ou menos automaticamente a decisões melhores — uma vez que a pessoa conhece um padrão, pensa-se, ela vai naturalmente escolher diferente na próxima vez que ele aparecer. Na prática, são duas conquistas separadas, e boa parte da autoconsciência fica inerte, conhecida, mas ainda sem peso sobre nenhuma decisão real.
A maioria das ferramentas construídas em torno do autoconhecimento para no passo da consciência: aqui está seu padrão, é isso que ele significa, boa sorte. A lacuna entre "eu conheço esse padrão" e "eu o reconheci a tempo de escolher diferente" é tratada como problema de outra pessoa — normalmente da força de vontade.
A função de Ori vai mais fundo nessa lacuna: não apenas nomear um padrão uma vez, mas permanecer presente o bastante, ao longo de instâncias futuras suficientes, para que o reconhecimento tenha uma chance de chegar bem no momento em que uma decisão está de fato sendo tomada — o único momento em que reconhecimento é realmente útil para mudar alguma coisa.
Consciência que chega depois que a decisão já foi tomada é interessante. Consciência que chega durante a decisão é a única que muda o que acontece a seguir. Ori é construído para a segunda, não só para a primeira.
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Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é fundador e CEO da weyoga Inc., sociedade de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai