Eu Costumava Achar Que Era Azarada no Amor. Eu Não Era.
Por anos contei a história do jeito que ela parecia: eu simplesmente continuava conhecendo as pessoas erradas. Mau timing, azar, uma série de relacionamentos que começavam com promessa real e terminavam em alguma versão da mesma decepção.
O Que a História Convenientemente Deixava de Fora Deixava de fora a parte em que eu era o denominador comum em cada um daqueles relacionamentos, escolhendo, toda vez, dentro de uma faixa muito estreita e específica de pessoas.
Por Que "Azar" Parecia Mais Seguro Que a Alternativa Culpar a sorte não custava nada — não exigia nada de mim, não exigia nenhum exame do que eu realmente era atraída.
O Que Finalmente Tornou o Padrão Visível Uma amiga, não de forma indelicada, uma vez listou em voz alta as últimas quatro pessoas com quem eu havia namorado e perguntou o que tinham em comum.
O Que Mudou Quando Eu Vi Isso A pergunta deixou de ser "por que continuo tendo azar" e se tornou "para o que estou realmente sendo atraída, e do que essa atração realmente me protege".
Conheça a Ori — criada para ajudar você a ver o padrão através das suas próprias escolhas, já que a sorte nunca foi realmente a explicação.
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Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é fundador e CEO da weyoga Inc., sociedade de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai
Este é um composto ilustrativo, não o relato de um membro real.