Seu Histórico De Relacionamentos É Um Conjunto De Dados. Você Já Realmente O Analisou?
Por Momar Lissa Ndiaye ("MLN"), fundador e CEO, weyoga Inc.
Peça a alguém que liste seus relacionamentos passados e, geralmente, essa pessoa conseguirá fazer isso em ordem, com duração aproximada e como cada um terminou. O que quase ninguém faz em seguida é tratar essa lista como um conjunto de dados — uma série de tentativas, realizadas sob condições variadas, com um conjunto de resultados que podem compartilhar uma estrutura comum que vale a pena examinar.
Essa omissão não é preguiça. É que cada relacionamento individual é processado emocionalmente como sua própria história singular — este parceiro era diferente, esta circunstância era única — o que torna genuinamente difícil dar um passo atrás e fazer a pergunta mais desconfortável, mais útil: através de todas essas histórias singulares, havia uma variável que sempre se repetia, independentemente de quem fosse o parceiro?
Quando as pessoas finalmente fazem essa análise — frequentemente só quando estimuladas de fora — os resultados são com frequência desconfortáveis e esclarecedores ao mesmo tempo. Um padrão de seleção específico, um ponto específico do relacionamento em que as coisas costumavam virar, um papel específico que se acaba sempre desempenhando. Nada disso aparece de dentro de um único relacionamento. Só aparece através do conjunto.
Um histórico de relacionamentos não é apenas uma narrativa pessoal. É o maior conjunto de dados que a maioria das pessoas jamais terá sobre os próprios padrões relacionais, e ele permaneceu sem análise o tempo todo, esperando que alguém finalmente o olhasse como um conjunto, em vez de como uma sequência de histórias desconexas.
Parte de The Recognition Layer →
Momar Lissa Ndiaye ("MLN") é o fundador e CEO da weyoga Inc., uma empresa de Delaware. — weyoga.ai · mln@weyoga.ai